Você,
mulher menina,
de olhos meigos
que me intrigam
pelo que não se viveu,
que um dia
meu olhar te perdeu.
Você,
que na distância
e na ausência,
uma lembrança,
um momento na janela,
sempre alimenta
meu pensamento.
Você,
doce alma,
em segredo, um pulsar,
uma luz no horizonte,
no olhar deste naufrago.
Nas palavras, nas rimas,
sigo, sonho, divago...
Pedro Cesquim
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
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