domingo, 2 de setembro de 2018
Paz profunda
Em ti vejo eu minha paz serena
Que flutua no nevoeiro de suas manhãs
Vagando pela imensidão dos sonhos e do mar azul
Mas que sempre volta cada vez mais profunda
Alexandre Alves.
sexta-feira, 24 de agosto de 2018
Poema sem fim
Meu poema sem fim é como o tempo
Que por vezes leva meus segundos
E me traz lampejos de felicidades
É um olhar antigo de um dia sem cor
Como uma fotografia em preto e branco
Que traz em si a beleza da alma
E sereno como um barco
Parado nas águas dos meus sonhos
Vai levando ele meus dias
Alexandre Alves
Que por vezes leva meus segundos
E me traz lampejos de felicidades
É um olhar antigo de um dia sem cor
Como uma fotografia em preto e branco
Que traz em si a beleza da alma
E sereno como um barco
Parado nas águas dos meus sonhos
Vai levando ele meus dias
Alexandre Alves
terça-feira, 22 de maio de 2018
Gosto dos teus olhos
Gosto dos teus olhos
Instigam eles minh'alma
Levam-me para a dimensão dos sonhos
São as veredas dos teus segredos
Como se dois sóis fossem a iluminarem os passos do coração
Assim os são, lindos como o amanhã
Alexandre Alves
Instigam eles minh'alma
Levam-me para a dimensão dos sonhos
São as veredas dos teus segredos
Como se dois sóis fossem a iluminarem os passos do coração
Assim os são, lindos como o amanhã
Alexandre Alves
quarta-feira, 18 de abril de 2018
Tu és linda
Tu és minha flor do campo
Que um perfume me traz
Como um sossego da alma
Deixando no peito uma paz
Tu és linda como sempre
Como um sonho encantado
Alexandre Alves
Que um perfume me traz
Como um sossego da alma
Deixando no peito uma paz
Tu és linda como sempre
Como um sonho encantado
Alexandre Alves
quarta-feira, 11 de abril de 2018
Encantamento
Meu mais doce segredo
Tem o perfume que as tardes de primavera permeia
E traz o suave fogo da sensualidade que toca o céu do encantamento
Alexandre Alves.
Tem o perfume que as tardes de primavera permeia
E traz o suave fogo da sensualidade que toca o céu do encantamento
Alexandre Alves.
sábado, 7 de abril de 2018
Lembrança de um beijo
Quantas vezes deixei eu o vento gelado das montanhas
Invadir minh'alma, como se nele estivesse um abraço seu
É uma sensação sem fim, um cheiro de mato, de final de tarde
Uma fragrância suave que traz a doce lembrança de seu beijo
Alexandre Alves
Invadir minh'alma, como se nele estivesse um abraço seu
É uma sensação sem fim, um cheiro de mato, de final de tarde
Uma fragrância suave que traz a doce lembrança de seu beijo
Alexandre Alves
sexta-feira, 6 de abril de 2018
O beijo que sempre quis
O beijo que sempre quis
Não foi só um impulso nem só um desejo
Foi um silêncio eterno, alucinante
Que embriagou a alma e ferveu meu sangue
Alexandre Alves
Não foi só um impulso nem só um desejo
Foi um silêncio eterno, alucinante
Que embriagou a alma e ferveu meu sangue
Alexandre Alves
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