Alma que toca a outra num simples olhar,
pensamentos que flutuam no universo,
alma conectada num pequeno sussurrar,
singelos gestos de um silêncio imerso!
Alma solitária que convida sua imagem,
a refletir na esperança oculta do desejo,
alma próxima, a se perder na miragem
névoa do tempo que num toque prevejo!
Alma andarilha que caminha na imensidão
do céu colhendo doces frutos de alegria,
alma que reluz na paz de um coração,
ligada pelo débil fio invisível da magia!
Alma que traz na essência uma luz infinita,
doce sombra que inspira este trovador,
alma gêmea que retrata uma paz que incita,
a cantar melodias ao som do mais puro amor!
Marco Pardini
terça-feira, 7 de novembro de 2017
quarta-feira, 16 de agosto de 2017
Reflexões de uma Mente Insana
Olhar a
transpassar o espelho da morte,
reflexo de
uma vida no oásis da ilusão,
areia fina a
retirar da bússola, o seu norte,
retina
humana soprando ao vento, solidão!
Passos
dados num caminho sem fim,
pedras,
flores, aromas de um passeio dominical,
ar
ancestral a esperar na resposta, um sim,
asas agonizantes
a derrubar mais um ser angelical!
Caminhante
do tempo a brincar com a eternidade,
sonhos,
vidas, lágrimas a escorrer pela escuridão,
quarto cuja
chave se perdeu no horizonte da verdade,
pulsar constante
do infinito rumo ao coração!
Olhar
distante a apreciar os momentos de glória,
rugas a
simbolizar as experiências do valente,
trovador a
cantar uma canção de uma vida notória,
medos
insanos...devaneios de uma mente doente!
Marco Pardini
segunda-feira, 5 de junho de 2017
Mundo Humano
Tristes sonhos de pequenos anciões,
alegres sorrisos de um povo lutador,
medos que consomem mentes e corações,
raiva que desatina o mais lindo amor!
Tristes poesias que canta o trovador,
alegres encontros de almas amigas,
medos que se transformam em pavor,
raiva que desata lágrimas antigas!
Tristes palavras que compõe este verso,
alegres voos de pássaros a cantarolar,
medos que no coração jazem imerso,
raiva que consome o poder de amar!
Tristes são as mensagens deste poema,
alegres são os homens que insistem perdoar,
o medo daquele que se coloca algema,
até que a raiva, enfim, aprenda a amar!
Marco Pardini
alegres sorrisos de um povo lutador,
medos que consomem mentes e corações,
raiva que desatina o mais lindo amor!
Tristes poesias que canta o trovador,
alegres encontros de almas amigas,
medos que se transformam em pavor,
raiva que desata lágrimas antigas!
Tristes palavras que compõe este verso,
alegres voos de pássaros a cantarolar,
medos que no coração jazem imerso,
raiva que consome o poder de amar!
Tristes são as mensagens deste poema,
alegres são os homens que insistem perdoar,
o medo daquele que se coloca algema,
até que a raiva, enfim, aprenda a amar!
Marco Pardini
terça-feira, 23 de maio de 2017
Andarilho
Sigo meu
caminho solitário, silenciosamente calado,
crendo que
a penumbra que persegue meus pensamentos,
transforma
o silêncio da noite em um semblante amado,
dividindo a
solidão do meu caminhar num mar de sentimentos!
Minha mente
segue firme buscando na noite, um fio de esperança,
que Diana,
com seu sorriso prateado, vem nas lágrimas observar,
um mortal
andarilho a buscar, na trilha do coração a temperança,
lutando
contra o tempo que se esgota sua meia alma alcançar!
Pedras que
insistem em fustigar meus pés cansados, já dormentes,
de tantos
caminhos percorrer, coberto o corpo com a poeira da ilusão,
pobres
trovadores que perderam suas vidas a cantar o amor dos amantes,
sem
perceber que a única companhia dos eremitas é sua própria solidão!
Que um dia
a vida traga ao andarilho humano a certeza do tempo,
a
compreensão que suas raízes fazem parte do seu próprio caminho,
que as
dores e as lágrimas do aprendizado sempre secam com o vento,
ensinando ao caminhante a escrever na areia
seu próprio pergaminho!
E tudo se
vai, tudo se refaz, como num temporal,
O que era
pequeno se tornou simplesmente, imortal!
Marco Pardini
domingo, 7 de maio de 2017
Miragem
Solitário caminhante que vela seus próprios passos,
em meio ao sussurrar do próprio silêncio em seus ouvidos,
inicia uma viagem profunda para dentro do próprio espaço,
uma luz que explode e irradia paz na mudez de seus gritos!
Durante seu trajeto deixa as marcas de seus pés descalços,
parte de si vai se desprendendo do corpo e se deitando ao chão,
vida solitária que se descobre com o tempo seus íntimos percalços,
livro escrito dia a dia, amores que resplandecem ao coração!
A aurora da vida com o tempo vai se transformando em solidão,
no compasso de um inspirar vem com força a modesta sabedoria,
de compreender que amigos de uma vida inteira um dia se vão,
mas que o reencontro não tarda, pois a vida segue fluxos como melodia!
O amanhã pode não mais existir, o que vale é próximo passo, o olhar
de aceitar que a vida é uma miragem cujo brilho cega o ignorante,
cuja água envenena a mente até que aprendamos como amar,
que o reflexo que vemos dessa viagem interior é miragem somente!
Marco Pardini
em meio ao sussurrar do próprio silêncio em seus ouvidos,
inicia uma viagem profunda para dentro do próprio espaço,
uma luz que explode e irradia paz na mudez de seus gritos!
Durante seu trajeto deixa as marcas de seus pés descalços,
parte de si vai se desprendendo do corpo e se deitando ao chão,
vida solitária que se descobre com o tempo seus íntimos percalços,
livro escrito dia a dia, amores que resplandecem ao coração!
A aurora da vida com o tempo vai se transformando em solidão,
no compasso de um inspirar vem com força a modesta sabedoria,
de compreender que amigos de uma vida inteira um dia se vão,
mas que o reencontro não tarda, pois a vida segue fluxos como melodia!
O amanhã pode não mais existir, o que vale é próximo passo, o olhar
de aceitar que a vida é uma miragem cujo brilho cega o ignorante,
cuja água envenena a mente até que aprendamos como amar,
que o reflexo que vemos dessa viagem interior é miragem somente!
Marco Pardini
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Seu perfume
Seu perfume traz em si um cheiro gostoso
Traz pra mim uma pausa no tempo
Como o mistério de um sonho
Não é superficial nem profundo
Mas perfuma o vento que minh'alma toca
Alexandre Alves
Traz pra mim uma pausa no tempo
Como o mistério de um sonho
Não é superficial nem profundo
Mas perfuma o vento que minh'alma toca
Alexandre Alves
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
Doce Beijo
Num instante sem fim
Imerso eu em seu sorriso
Não quero outro amor
Antes do seu primeiro beijo
A tenho na aurora dos meus sonhos
Onde nada ainda existe
Nem o mar, nem o azul
Nem o ar, nem o frio
Somente seu doce beijo
Alexandre
Imerso eu em seu sorriso
Não quero outro amor
Antes do seu primeiro beijo
A tenho na aurora dos meus sonhos
Onde nada ainda existe
Nem o mar, nem o azul
Nem o ar, nem o frio
Somente seu doce beijo
Alexandre
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