terça-feira, 31 de agosto de 2010

Sagrado Silêncio

E que o silêncio que permeia o espaço,
Deixe em seu coração apenas um traço,
Da esperança que o eterno existe,
Do caminhar à luz que no espírito persiste!

E nesse estado me ponho a pensar,
Será loucura ou será bobagem?
Aos loucos basta liberar as asas para sonhar,
Aos bobos, lutar pela perdida coragem!

E na lágrima de um orvalho crescem as flores,
E na busca pela vida conheço meus amores,
No escuro silêncio de minha mente
Escuto o suspiro do Onipresente,

A saudar o singelo e majestoso guardião,
Forte como o aço, sensível como o coração,
A pequena águia que a aurora desperta
Rumo ao infinito vôo da alma liberta!

Marco Pardini

Um comentário:

disse...

Que lindo poema!
Adorei!
Até me deu ânimo de voltar a escrever os meus...
Parabéns!