sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Minha doce Sophia

Minha Sophia
Minhas manhãs ensolaradas
O cair de minhas tardes
A paz alegre que chega
Carregada de amor

Minha doce Sophia
Meu cheirinho de flor


Alexandre Alves

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Luz do meu dia



Luz do meu dia
Que meu sonho traz
Que minha alma invade
Nas eternas manhãs

Da noite fria do inverno vivido
Para o suave sorriso da estação seguinte
Luz do meu dia e da minha noite
Do futuro que chega cheio de amor

Alexandre Alves.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Chuva

Chuva
que cai na penumbra,
pingos cristalinos que
docemente
reflete seu olhar.

Chuva
que molha seus cabelos
e escorre pela seda,
ingenuamente,
fogo, terra, água e ar.

Pedro Cesquim.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Mistérios do Oceano

Oceano de águas salgadas vem me lacrimar,
retira de mim toda tortura do ego pensante,
toque-me com suas ondas; vem me acalmar,
transforma em serenidade meu semblante!

Casa de Netuno, com sua força vem me libertar
Da escravidão que a terra insiste me açoitar,
banha-me com teu poder e me faz o silêncio amar,
com o olhar perdido no horizonte sento-me a te fitar!

Muro sem divisa que esconde profundos pergaminhos,
raças humanas que em seu território ousou pisar,
dai a este andarilho a direção do mais alto caminho,
aquele que não se precisa de passos para andar!

Senhor das marés, do vai e vem dos infinitos ciclos,
abençoa aqueles que a ti se rendem por sua beleza,
local sagrado que pelos mistérios se criou mitos,
a gerar no tolo a dúvida e ao sábio, a certeza!

Pardini.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Você

Você,
mulher menina,
de olhos meigos
que me intrigam
pelo que não se viveu,
que um dia
meu olhar te perdeu.

Você,
que na distância
e na ausência,
uma lembrança,
um momento na janela,
sempre alimenta
meu pensamento.

Você,
doce alma,
em segredo, um pulsar,
uma luz no horizonte,
no olhar deste naufrago.
Nas palavras, nas rimas,
sigo, sonho, divago...

Pedro Cesquim

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Reflexão


Os dias de ouro se foram
Como a tempestade que passa
E agora me resta o frescor da esperança
Distante da juventude d'outrora

Como um rio minha vida esta indo
Mas as margens dos meus sonhos
Não silenciam minha inquietude
Herança dos tempos sem medo

Alexandre Alves.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Diálogo Interior


Homem, entre o partir e o ficar ouça seu coração,
pequenas ondas de luz circundam sua incrédula mente,
mesmo embora a razão incite ao erro esta equação,
em sua alma habita eterno, um Deus dormente!

Homem, entre a palavra e o silêncio evita a omissão,
pois o universo orbita numa rota infinita e profunda
aguardando o sábio a tocar com sua palavra, a multidão
levando ao paraíso celeste a dor que à alma, inunda!

Homem, entre a paz e a guerra mantenha o caminho interior,
dentro de ti vivem teus maiores e agonizantes inimigos,
cerra teus ouvidos ao mundo profano e escuta teu Criador,
do silêncio de teu espírito surgirá uma Paz, teu abrigo!

Homem, entre a luz e a escuridão protege tua retina,
na brilhante luz do espírito surge algo que a ti prevejo,
na  profunda escuridão entenderás a raiz de tua sina,
pois o sucesso e o fracasso nasce e deita na sombra do desejo!

Marco Pardini.

Soneto de um Amor infinito

Meu amor por ti sempre existiu, Além do tempo e das eras passadas, Teus olhos despertaram minhas estradas, E ao te tocar, meu mundo se ...