Só depois de muito tempo
Deparei-me com meu espelho
Sem brilho
Pequeno
Mas ainda refletindo
Uma imortal esperança
Os espelhos não morrem!
Só nós
De vez em quando...
Alexandre Alves
domingo, 19 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
O céu de minha infância
O céu de minha infância
Não era só a casa de Deus
Eu tinha uma morada
Era quase um anjo
Chegava até a andar pelas nuvens
Tão perto de tudo... das estrelas.... dos planetas...
Tão perto de mim...
Oh distante céu
De silêncio eterno
Onde estou que não mais te vejo?
Alexandre Alves
Não era só a casa de Deus
Eu tinha uma morada
Era quase um anjo
Chegava até a andar pelas nuvens
Tão perto de tudo... das estrelas.... dos planetas...
Tão perto de mim...
Oh distante céu
De silêncio eterno
Onde estou que não mais te vejo?
Alexandre Alves
domingo, 12 de dezembro de 2010
Cheiro de felicidade
A felicidade é uma sensação estranha!
Não a conhecemos bem
Mas é sempre bem vinda
Um dia a vi descendo da lua
Em uma noite clara
Cheirava a dama da noite
E trazia em seus lábios
Um sorriso de despedida
Como era linda!
Alexandre Alves
Não a conhecemos bem
Mas é sempre bem vinda
Um dia a vi descendo da lua
Em uma noite clara
Cheirava a dama da noite
E trazia em seus lábios
Um sorriso de despedida
Como era linda!
Alexandre Alves
Palavras
Permitam que elas saiam pelo mundo
Levando os sonhos e utopias
Que cruzem os mares
Que levem e tragam a esperança
Que sejam de bom dia, boa noite
Ou que não sejam, como o silêncio
Permita simplesmente que a palavra
Transforme-se em um sorriso
Alexandre Alves.
Levando os sonhos e utopias
Que cruzem os mares
Que levem e tragam a esperança
Que sejam de bom dia, boa noite
Ou que não sejam, como o silêncio
Permita simplesmente que a palavra
Transforme-se em um sorriso
Alexandre Alves.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Solidão
Caminhando pelo vale sombrio da noite,
uma luz inerte me brinda com um sorriso,
meus olhos sangram destilados pelo açoite
de um incerto e distante amor omisso!
Meu silêncio espreita ao fundo o tenebroso...
medo, angústia, lágrimas que inundam o interno deserto
dunas sentimentais que formam um caráter orgulhoso,
areia que desfaz num segundo, um castelo de areia incerto!
Um ar angustiante preenche meus pulmões
de pedaços de uma alma que na solidão insiste
em gritar ao mundo suas mais secretas emoções,
de sofrer num choro calado algo que não mais existe!
Nos ponteiros do destino segue a vida seu curso bem cedo,
segundos do Eterno onde o cosmos cria seu próprio espaço,
onde a vida humana repousa no Absoluto seu cansaço,
e o espírito aventureiro descobre o próprio véu sem medo!
Marco Pardini.
uma luz inerte me brinda com um sorriso,
meus olhos sangram destilados pelo açoite
de um incerto e distante amor omisso!
Meu silêncio espreita ao fundo o tenebroso...
medo, angústia, lágrimas que inundam o interno deserto
dunas sentimentais que formam um caráter orgulhoso,
areia que desfaz num segundo, um castelo de areia incerto!
Um ar angustiante preenche meus pulmões
de pedaços de uma alma que na solidão insiste
em gritar ao mundo suas mais secretas emoções,
de sofrer num choro calado algo que não mais existe!
Nos ponteiros do destino segue a vida seu curso bem cedo,
segundos do Eterno onde o cosmos cria seu próprio espaço,
onde a vida humana repousa no Absoluto seu cansaço,
e o espírito aventureiro descobre o próprio véu sem medo!
Marco Pardini.
domingo, 5 de dezembro de 2010
Meus passos
Meus passos que de tão rápidos
Não os vejo
E minhas pegadas que direção alguma indicam...
Só me levam para distante de mim mesmo
Para onde vou não existo!
E apressadamente perco meus dias
Perdido no tempo
Como uma flecha errante
É hora de parar!
Alexandre Alves
Não os vejo
E minhas pegadas que direção alguma indicam...
Só me levam para distante de mim mesmo
Para onde vou não existo!
E apressadamente perco meus dias
Perdido no tempo
Como uma flecha errante
É hora de parar!
Alexandre Alves
Teus Olhos
Os teus olhos não são azuis
Não foram descritos por Florbela
Foram vistos por mim
Quando neles me encontrei
Dos teus olhos minha esperança parte
Mas sempre volta
Pois são eles a luz dos meus dias.
Alexandre Alves
Não foram descritos por Florbela
Foram vistos por mim
Quando neles me encontrei
Dos teus olhos minha esperança parte
Mas sempre volta
Pois são eles a luz dos meus dias.
Alexandre Alves
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