Terra, primeiro dos mágicos elementos,
símbolo que emana a fertilidade,
segurança que nos dá o alimento
semente que gera a vida em sociedade!
Água, segundo dos mágicos elementos,
energia que permeia todo o planeta,
força que molda qualquer segmento,
máscara que assume qualquer faceta!
Fogo, terceiro dos mágicos elementos,
poder interno que destrói ou aquece,
calor que invade e ressuscita o lamento,
luz irradiante que do Amor sempre cresce!
Ar, quarto dos mágicos elementos,
leve como a poeira que ofusca a visão
rápido e sutil como um momento,
sopro divino que exalta a Criação!
Éter, a chave que encerra todo o segredo,
vida que ressurge de si, em essência,
correndo solta por entre o rochedo,
antiga, oculta, eterna quintessência!
Marco Pardini
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Lealdade
Viver sob o compasso de uma canção,
olhando o mar em sua plena imensidão,
esquecer que o desejo armargo de traição
é a manifestação da noite no coração!
Velozes são os caminhos que usa o vento,
silêncio, receio, imagens que cruzam o tempo,
sobre a rocha da incorruptibilidade me sento,
a aguardar o sussurro da verdade em seu momento!
Infinito é o aroma que emana das flores,
selvagem o ímpeto do coração pelos amores,
mente que aciona seus internos sensores,
na esperança de afastar de si seus temores!
Silêncio que guarda um profundo segredo,
desertos obscuros que afugentam o medo,
oceano que inunda a alma de saudade,
chaves da mais pura, sincera e bela lealdade!
Marco Pardini
olhando o mar em sua plena imensidão,
esquecer que o desejo armargo de traição
é a manifestação da noite no coração!
Velozes são os caminhos que usa o vento,
silêncio, receio, imagens que cruzam o tempo,
sobre a rocha da incorruptibilidade me sento,
a aguardar o sussurro da verdade em seu momento!
Infinito é o aroma que emana das flores,
selvagem o ímpeto do coração pelos amores,
mente que aciona seus internos sensores,
na esperança de afastar de si seus temores!
Silêncio que guarda um profundo segredo,
desertos obscuros que afugentam o medo,
oceano que inunda a alma de saudade,
chaves da mais pura, sincera e bela lealdade!
Marco Pardini
Amizade
Corações que juntos torna-se igual
corpos separados pelo espaço e tempo,
átomos que se unem ao menor sinal
elo indestrutível criado num momento!
Vozes que se consagram num grande festim,
almas que se reencontram numa vida,
a desfazer o ódio num grande motim,
a recriar o amor numa imagem retida!
Mãos que se juntam em prol da consagração,
de reunir espíritos pela vida viajantes
união de sentidos em busca de oração
a irradiar a todos a luz de seus semblantes!
Corpos e corações a se reunir sob o brilho lunar
mãos e braços a aproximar do peito , a saudade
presença benigna que dos pulmões expulsa o ar
a bendizer ao universo a verdadeira amizade!
Marco Pardini
corpos separados pelo espaço e tempo,
átomos que se unem ao menor sinal
elo indestrutível criado num momento!
Vozes que se consagram num grande festim,
almas que se reencontram numa vida,
a desfazer o ódio num grande motim,
a recriar o amor numa imagem retida!
Mãos que se juntam em prol da consagração,
de reunir espíritos pela vida viajantes
união de sentidos em busca de oração
a irradiar a todos a luz de seus semblantes!
Corpos e corações a se reunir sob o brilho lunar
mãos e braços a aproximar do peito , a saudade
presença benigna que dos pulmões expulsa o ar
a bendizer ao universo a verdadeira amizade!
Marco Pardini
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Minh'alma
Minh'alma não é triste
Não chora as ilusões perdidas de Casimiro
E tampouco lamenta os sonhos que já tive outrora
Ela perambula pelas esquinas dos sonhos
Onde os homens não chegam
Alegre como a aurora de minha infância
Alexandre Alves
Não chora as ilusões perdidas de Casimiro
E tampouco lamenta os sonhos que já tive outrora
Ela perambula pelas esquinas dos sonhos
Onde os homens não chegam
Alegre como a aurora de minha infância
Alexandre Alves
Hoje
Hoje eu quero apenas viver
Quero parar o mundo
Desligar meus sentidos
E deixar em minha mente
Somente a vaga lembrança
De minha existência
Hoje eu quero apenas viver!
Alexandre Alves.
Quero parar o mundo
Desligar meus sentidos
E deixar em minha mente
Somente a vaga lembrança
De minha existência
Hoje eu quero apenas viver!
Alexandre Alves.
Gota Humana
Sois apenas a gota do orvalho
que toca o solo no amanhecer
que irriga a terra em que o carvalho
com suas raízes, insiste em fortalecer!
Sois apenas a árida gota do deserto,
escorrendo sem destino pela calçada,
trazendo o tilintar da chuva para perto,
precipitando-se como lágrima, no colo da amada!
Sois apenas a solitária gota da chuva
que do ar se transforma em tempestade
a tocar a terra e torná-la turva,
como uma serenata inundada de saudade!
Sois apenas a gota que reluz o arco-íris,
aos raios de sol que a manhã traz eletrizante,
preces silenciosas que ecoam à deusa Osíris,
no vale solitário de um eterno caminhante!
Marco Pardini
que toca o solo no amanhecer
que irriga a terra em que o carvalho
com suas raízes, insiste em fortalecer!
Sois apenas a árida gota do deserto,
escorrendo sem destino pela calçada,
trazendo o tilintar da chuva para perto,
precipitando-se como lágrima, no colo da amada!
Sois apenas a solitária gota da chuva
que do ar se transforma em tempestade
a tocar a terra e torná-la turva,
como uma serenata inundada de saudade!
Sois apenas a gota que reluz o arco-íris,
aos raios de sol que a manhã traz eletrizante,
preces silenciosas que ecoam à deusa Osíris,
no vale solitário de um eterno caminhante!
Marco Pardini
Caminhante Solitário
Pelo vale sombrio da solidão,
reflete impávido o espelho da sorte,
a observar com cuidado o ancião,
esperando com paciência a própria morte!
Passos são dados rumo ao infinito,
numa eclosão de ruídos fez-se a Luz,
silêncio interior que encobre o mito,
sabedoria divina que se faz juz!
No voo intrépido do pássaro rodopiante,
brilha o espírito como um mensageiro,
trazendo consigo um algoz desafiante,
trancafeando a alma num escuro celeiro!
Na tranquila imensidão do espaço,
o vento do sem-fim traz de volta o veleiro,
cujo leme se transforma em próprio braço,
a conduzir-me pela vida por inteiro!
Marco Pardini
reflete impávido o espelho da sorte,
a observar com cuidado o ancião,
esperando com paciência a própria morte!
Passos são dados rumo ao infinito,
numa eclosão de ruídos fez-se a Luz,
silêncio interior que encobre o mito,
sabedoria divina que se faz juz!
No voo intrépido do pássaro rodopiante,
brilha o espírito como um mensageiro,
trazendo consigo um algoz desafiante,
trancafeando a alma num escuro celeiro!
Na tranquila imensidão do espaço,
o vento do sem-fim traz de volta o veleiro,
cujo leme se transforma em próprio braço,
a conduzir-me pela vida por inteiro!
Marco Pardini
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Soneto de um Amor infinito
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