Num tempo longe que passou
através de olhares apaixonados
um par de almas se encantou.
Um jovem casal, enamorados,
Sonhava sob as noites de luar
com um doce amor, abençoado.
Corações frenéticos a pulsar
numa frequencia destemida,
fazendo a garganta seca se calar.
O destino marcado nessas vidas,
conspirou, não compreendeu,
inconsciente a saudade consolida.
E n´alma virgem permaneceu
a saudade do que vivemos, ou
a saudade do que não se viveu.
Pedro Cesquim
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
segunda-feira, 14 de maio de 2012
A Passagem
Gotas de orvalho vêm me enfeitiçar,
com sabor amargo, sabor de veneno,
olhos cansados, corpo exausto de amar,
lábios úmidos de miragem, vida que enceno!
com sabor amargo, sabor de veneno,
olhos cansados, corpo exausto de amar,
lábios úmidos de miragem, vida que enceno!
Tempo humano que insiste em castigar,
os inóspitos com a agulha do clamor,
os hipócritas, na presunção do falso ensinar,
dando aos puros, a incandescência do pleno Amor!
os inóspitos com a agulha do clamor,
os hipócritas, na presunção do falso ensinar,
dando aos puros, a incandescência do pleno Amor!
Estranho universo que surge a nos abraçar,
espaços infinitos que sondam a mente humana,
dimensões paralelas que no vazio de um altar
dançam solitárias mudos sons, que de um Deus emana!
espaços infinitos que sondam a mente humana,
dimensões paralelas que no vazio de um altar
dançam solitárias mudos sons, que de um Deus emana!
Caminhos tortuosos que agridem nossas almas,
mas que, todavia, as impulsionam para o Norte,
onde a Luz da eternidade nos conduz às águas calmas
de um rio que encerra a vida e acaricia a Morte!
mas que, todavia, as impulsionam para o Norte,
onde a Luz da eternidade nos conduz às águas calmas
de um rio que encerra a vida e acaricia a Morte!
Marco Pardini
terça-feira, 17 de abril de 2012
Luz Interior
Surge no meio do nada uma luz, um pequeno fragmento,
silêncio na mente insana, imagens sombrias se dissipam,
tempo das dores permanentes revelam este momento,
aos corações solitários que estranhos arco-íris agora pintam!
Luz avassaladora que percorre sem cessar a eternidade,
mágica travessia que leva ao sucesso aquele que é algoz,
deleita-se com a pureza daquele que erra sem crueldade,
estranho brilho que dissipa os grilhões do medo e do feroz!
Silêncio iluminador que percorre da alma, seus corredores,
num pequeno gesto de tocar o Cosmos com seu requinte,
de entrelaçar com suas mãos invisíveis os corações dos amores,
suave toque de melodia daquele que se despede de seu ouvinte!
Luz do Criador que percorre o inatingível estado do Ser,
raio de Fé que aos homens emana seu encantamento,
vinde lançar liberdade àqueles que permanecem na ilusão do Ter,
vinde tocar com seu semblante a eternidade de seu pensamento!
Marco Pardini
silêncio na mente insana, imagens sombrias se dissipam,
tempo das dores permanentes revelam este momento,
aos corações solitários que estranhos arco-íris agora pintam!
Luz avassaladora que percorre sem cessar a eternidade,
mágica travessia que leva ao sucesso aquele que é algoz,
deleita-se com a pureza daquele que erra sem crueldade,
estranho brilho que dissipa os grilhões do medo e do feroz!
Silêncio iluminador que percorre da alma, seus corredores,
num pequeno gesto de tocar o Cosmos com seu requinte,
de entrelaçar com suas mãos invisíveis os corações dos amores,
suave toque de melodia daquele que se despede de seu ouvinte!
Luz do Criador que percorre o inatingível estado do Ser,
raio de Fé que aos homens emana seu encantamento,
vinde lançar liberdade àqueles que permanecem na ilusão do Ter,
vinde tocar com seu semblante a eternidade de seu pensamento!
Marco Pardini
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Silêncio
Vivo e canto a cada momento
Vivo minha eternidade como se fosse finita
Vivo você no meu silêncio ímpar
Alexandre Alves.
Vivo minha eternidade como se fosse finita
Vivo você no meu silêncio ímpar
Alexandre Alves.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Saudade de uma flor
Alma que escuta no silêncio da noite
palavras, que parece, brotam do nada,
que chegam como um breve açoite,
mantendo seca, a garganta calada.
Mistério que um enlace renova,
na essência de seres em sintonia,
embalados como numa sinfonia,
como num ninho, numa alcova.
E a distância que de ti se faz,
na bruma que o olhar contradiz,
nos dizeres que o vento traz,
saudades de uma flor de lis.
Pedro Cesquim
palavras, que parece, brotam do nada,
que chegam como um breve açoite,
mantendo seca, a garganta calada.
Mistério que um enlace renova,
na essência de seres em sintonia,
embalados como numa sinfonia,
como num ninho, numa alcova.
E a distância que de ti se faz,
na bruma que o olhar contradiz,
nos dizeres que o vento traz,
saudades de uma flor de lis.
Pedro Cesquim
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Morte
Despido de meus egóicos trajes sentimentais
Caminho solitário pelas vielas interiores, descalço!
Cheiro de sangue quente atrai os animais
o frio silencioso da morte, segue em meu percalço!
Busco no vazio de minha alma humana e pequena,
Encontrar a chave que destrói esse estranho medo,
Que liberta o coração de unidade em centena,
Que transforma o já é tarde em ainda é cedo!
No sombrio deserto do solitário caminhante,
Ergo minha tenda e deposito meu corpo na quietude,
Ao fechar os olhos, enxergo ao longe uma aurora radiante,
mariposa de desejos que se transforma em luz pulsante!
O universo cessa sua respiração em sinal de respeito,
A dor do corpo cede espaço à libertação da alma,
No derradeiro suspiro da vida meu espírito foi, enfim, eleito,
banha-se agora, na atmosfera sagrada de Deus, em Sua palma!
Marco Pardini
Caminho solitário pelas vielas interiores, descalço!
Cheiro de sangue quente atrai os animais
o frio silencioso da morte, segue em meu percalço!
Busco no vazio de minha alma humana e pequena,
Encontrar a chave que destrói esse estranho medo,
Que liberta o coração de unidade em centena,
Que transforma o já é tarde em ainda é cedo!
No sombrio deserto do solitário caminhante,
Ergo minha tenda e deposito meu corpo na quietude,
Ao fechar os olhos, enxergo ao longe uma aurora radiante,
mariposa de desejos que se transforma em luz pulsante!
O universo cessa sua respiração em sinal de respeito,
A dor do corpo cede espaço à libertação da alma,
No derradeiro suspiro da vida meu espírito foi, enfim, eleito,
banha-se agora, na atmosfera sagrada de Deus, em Sua palma!
Marco Pardini
domingo, 9 de outubro de 2011
O Silêncio
Como uma suave sonata
O silêncio me acalma
E lança-me no mais profundo mistério
Que comigo trago: as sombras de minha inquietude
Alexandre Alves.
O silêncio me acalma
E lança-me no mais profundo mistério
Que comigo trago: as sombras de minha inquietude
Alexandre Alves.
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